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Concordância Verbal

01. Deve espantar-nos que sejam consideradas crimes, na Nigéria, atitudes que, entre nós, são passíveis de uma simples censura moral?

 02. É possível que venha a ocorrer, imediatamente após o caso de Amina Lawall, julgamentos relativos à mesma infringência das leis muçulmana.

 03. Muitos acreditam que não se deveriam admitir, em nome dos direitos humanos, a aplicação da pena máxima contra desvios de ordem moral.

 04. É polêmica a proposta de que se confira a um tribunal internacional poderes para intervir em normas jurídico-religiosas estabelecidas em culturas milenares.

 05. Caberiam aos cidadãos ocidentais, cujas leis se estabeleceram em sua própria tradição cultural, o direito de intervirem nos códigos de outros povos?

 Comentário:

01. O termo grifado exerce a função sintática de sujeito da locução verbal que inicia o período. Por tratar-se de sujeito oracional, exige que a locução verbal seja empregada no singular ( Deve espantar-nos ). Também é necessário que você, candidato, observe a concordância verbal da oração que se apresenta como sujeito oracional da locução verbal ” Deve espantar-nos”, ou seja, quem é o sujeito de “sejam consideradas”? Temos em uso a voz passiva analítica, tendo “atitudes” como núcleo do sujeito. Assim, está correta a locução verbal “sejam consideradas” no plural.

 02. Há impropriedade gramatical quanto à concordância verbal. O núcleo do sujeito de “venha a ocorrer” é “julgamentos”. É comum empregarem adjuntos adverbiais entre o verbo e seu sujeito, dificultando a percepção entre sujeito e seu verbo, por estarem distanciados. Cuidado, pois os verbos CONSTAR, RESTAR, BASTAR, FALTAR, EXISTIR, OCORRER, SURGIR pedem sujeito, concordando com o sujeito ( claro!). Assim, o correto é VENHAM A OCORRER.

 03. Tenha atenção com o emprego da voz passiva sintética ( v.t.d. e v.t.d.i .+ SE ) . Na passiva, não teremos mais objeto direto. Este passa a ser sujeito. Verifica-se “a aplicação da pena máxima” como sendo sujeito do verbo ADMITIR. Logo, a forma verbal correta é “deveria admitir” . A partícula apassivadora está sendo

 04. “poderes” é o sujeito do verbo CONFIGURAR. Temo-lo na voz passiva sintética. Por conseguinte, “… se configuram” é a forma correta.

 05. O que caberia “aos cidadãos ocidentais”? O termo “direito” é o núcleo do sujeito, exigindo o verbo na 3a pessoa do singular. A literatura regencial do verbo CABER é ALGO CABE A ALGUÉM. Esse algo será o sujeito do verbo.

 Emprego de Pronomes

 As leis muçulmanas são rigorosas, mas muitos julgam as leis muçulmanas especialmente draconianas com as mulheres, já que se reflete nas leis muçulmanas a hierarquia entre os sexos, hierarquia que deriva de fundamentos religiosos.

Evitam-se as repetições do período acima substituindo-se os elementos sublinhados por, respectivamente:

a) julgam-as / se lhes reflete / a qual             b) julgam-nas / se reflete nesta / o que

c) julgam-nas / naquelas se reflete/ a qual    d) julgam-lhes / nas quais se reflete / a qual

e) julgam-lhes / naquelas se reflete / à qual

* Lembre-se de que o/a/os/as representam objeto direto, enquanto lhe/lhes reflete objeto indireto. Se o verbo terminar em r/s/z, retira-se qualquer uma dessas terminações, hifeniza-se, em seguida, o verbo para, por fim, utilizar os pronomes o/a/os/as. Todavia, se o verbo terminar em nasal, o fonema de apoio é o /n/ .

Embora a comissão tenha indicado a letra C como resposta, a questão está nula, pois não se teve o cuidado de observar a colocação do pronome oblíquo, ou seja, “muitos” é termo atrativo, exigindo o uso da próclise ( … as julgam ).

 FLEXÃO VERBAL

Está correta a flexão de todas as formas verbais da frase:

 a) Caso não se detessem nas questões formais, os responsáveis pelo julgamento de Amina não teriam satisfazido as expectativas internacionais.

 b) Toda mulher que manter uma relação amorosa fora do casamento será submissa ao rigor da lei islâmica. 

 c) As leis nigerianas provêem da tradição islâmica, e jamais se absteram de observar os rígidos postulados desta.

 d) Se a Anistia e outros órgãos internacionais não intervissem no caso de Amina, não havia o que contivesse o ânimo punitivo do tribunal nigeriano.

 e) Não se propusessem os formadores de opinião pública a intervir no caso de Amina, é quase certo que a ela se imporia a pena de morte por apedrejamento.

 * Todo verbo irregular, deve lembrar o pretérito perfeito. Este tempo verbal é a nascente dos verbos irregulares. Para o futuro do subjuntivo, conjugue o verbo na 3a pessoa do plural, retire as duas últimas letras para dar início à forma definitiva da conjugação no futuro do subjuntivo, acrescentando as terminações comuns, claro. Já para o imperfeito do subjuntivo, retiram-se as três últimas letras, acrescentando a desinência modo temporal “SSE” . Confira o modelo abaixo:

 Pret. Perfeito: Ontem eu pus / eles puseram

Futuro do subjuntivo: Se/Quando eu puser/ tu puseres / ele puser / nós pusermos / vós puserdes / eles puserem.

Imperfeito do subjuntivo: Se eu pusesse / tu pusesses / ele pusesse / nós puséssemos / vós pusésseis / eles pusessem.

O futuro do subjuntivo se relaciona com o futuro do presente do indicativo ( REI )

 

O imperfeito do subjuntivo se relaciona com o futuro do pretérito do indicativo ( RIA ).

 

 Regência e Pronome Relativo

 Está correto o emprego de ambas as expressões sublinhadas na frase:

 a) A popularidade de que goza a astronomia é muito maior do que aquela em que desfruta a astrologia.

 b) O charlatanismo esotérico – uma prática à qual se deve dar incessante combate – arregimenta os indivíduos em cuja consciência há espaço para a credulidade.

 c) Muitos crêem que há um arranjo cósmico de cujo cada um participa individualmente, mantendo com os astros uma relação na qual atribui sua própria personalidade.

 d) A experimentação científica – para o qual controle existem rígidos paradigmas – não está sujeita à irracionalidade com a qual se submetem as “teorias”esotéricas.

 e) Desde tempos antigos – de lá aonde vêm as crendices mais populares – charlatões insistem em disseminar “teorias” com que a maioria da população se apega.

Comentário:

* Os pronomes relativos dão início `as orações subordinadas adjetivas. É preciso demarcá-las inicialmente. Em seguida, observar a regência. Caso haja necessidade do emprego de preposição, desloque-a sempre para antes do pronome relativo. Assim, na primeira alternativa, temos “em que desfruta a astrologia” como a oração relativa. Observe que o verbo “desfruta” não pede a preposição “em”. Por isso, verifica-se a impropriedade quanto à predicação verbal. Retirando a preposição “em” e empregando a preposição “de” , dar-se-á a correção, de fato. Essa necessidade de deslocar a preposição oriunda da regência da oração subordinada adjetiva para antes do pronome relativo é condição imperiosa, quando o complemento for o pronome relativo. Na letra C, temos em uso o pronome relativo CUJO. Este pronome não aceita artigo após, exige o uso de substantivo comum logo após o pronome relativo, sua concordância nominal é justamente com esse substantivo comum empregado logo em seguida a ele e, se houver regência com preposição na oração relativa, esta preposição se desloca para antes do pronome relativo CUJO. Como não existe substantivo comum após “CUJO” na letra C, devemos concluir que este não é o pronome a ser empregado. Corrigindo a letra C, teremos: “… de que cada um participa…” ou “… do qual cada um participa…” e, logo em seguida, “…à qual atribui…”. Na letra d, teremos correta a estrutura com o uso do pronome relativo CUJO, isto é, “… cujo controle existem rígidos…” (…) “… à qual se submetem…”. Para regularizar gramaticalmente a letra E, basta retirar “aonde” e adiante “… às quais a maioria…”.

Particulares dos pronomes relativos:

Que e Qual = para substituírem “pessoa” ou “coisa”

Quem = só substitui “pessoa”

Onde/Aonde = Não se distinguem. O “a” que inicia “aonde” é a preposição justificada pela regência da oração subordinada adjetiva. Temos onde, aonde, donde, por onde, para onde . O que diferencia um do outro? Apenas a regência da oração em que estejam sendo empregados. Se a regência exigir preposição, desloca-se o conectivo prepositivo para antes do pronome relativo ONDE. Não existe essa idéia de ONDE não indica movimento e AONDE indica movimento. ( Isso é conversa de Monteiro Lobato no Sítio do Picapau Amarelo

Cujo = Flexiona-se em número e pessoa. Cuidado: não use artigo após “cujo” / “cujo” sempre concorda com o substantivo comum que sempre é empregado logo em seguida ao seu uso / a utilização de preposição à frente do pronome relativo “cujo” depende da regência da oração  subordinada adjetiva. Lembrete: Se “cujo” e suas flexões não aceitam artigo, nunca use acento grave antes, claro!

Vozes Verbais

A única frase que não admite transposição para a voz passiva é:

a) podemos repetir uma experiência científica inúmeras vezes.

b) Os bons cientistas consideram o caminho traçado por seus antecessores.

c) Os melhores charlatões não resistem a um inquérito verdadeiramente científico.

d) Qualquer um de nós deseja compreender nosso vasto e misterioso Universo.

e) Que bom se conhecêssemos todas as forças responsáveis pela nossa existência.

A letra C é a resposta.

Somente as orações que apresentam objeto direto na voz ativa podem passar para a voz passiva. É que todo objeto direto tem valor passivo, sendo o sujeito paciente na voz passiva. Cuidado, candidato(a), pois a Unb e a Esaf às vezes se apropriam de uma estrutura na voz ativa e afirmam a possibilidade de passar para a passiva da seguinte forma: Em “… o contrabando que está ingressando no país…” ( linha 14 ), temos o verbo em grifo na voz ativa, passando para a passiva, não há mudança de sentido. Ao se passar da ativa para a passiva, nunca haverá mudança de sentido. Todavia, não é possível passar para a passiva, pois  na ativa não temos objeto direto. É justamente o objeto direto que faculta a transferência para a passiva. Considere o fragmento: “… recursos que deveriam empregar para aumento do capital produtivo”.

 

Na voz passiva, a construção verbal que substitui corretamente a expressão grifada é:

a) deveriam ser empregados  b) deveria empregarem-se  c) deveria serem empregados

d) deveria ser empregados     e) dever-se-ia empregarem

* A passiva só é possível com verbos que apresentem a transitividade direta ( VTD e VTDI ), pois o objeto direto passa a ser sujeito na voz passiva. Quando se passa da ativa para a passiva, o tempo verbal não pode ser mudado. Havendo uma unidade verbal na ativa, haverá duas na passiva; havendo duas na ativa, três haverá na passiva; havendo três na ativa, teremos quatro na passiva. O particípio só se flexiona na passiva analítica. A passiva sintética sempre apresenta partícula apassivadora. Quando estiver em uso a passiva analítica, fique em alerta quanto à flexão do particípio. É comum a irregularidade na flexão do particípio, caracterizando erro de concordância nominal. Na última questão acima, a letra A é a resposta.

 

Pontuação

A pontuação está inteiramente adequada na seguinte frase:

a) Essa possibilidade – a de repetirmos certos experimentos tantas vezes quantas desejarmos – é uma das grandes armas da ciência contra o charlatanismo.

b) Não cabe a mim, como físico explicar tamanha atração: por explicações de tudo o que está além do que chamamos fenômenos naturais.

c) Para mim, mais fascinante que as suposições astrológicas, é conduzir-me, do mesmo modo com que se conduziram, os cientistas que me precederam.

d) “Acreditar” nos resultados; eis uma coisa que não passa pela cabeça dos cientistas, cuja obstinação, está na comprovação dos fatos.

e) Pergunte-se a cada um, dos que crêem na astrologia, se não o seduz a idéia que sua personalidade deriva, efetivamente, de um certo arranjo cósmico?

* Resposta: Letra A . Temos os travessões sinalizando o aposto.

 

DADOS GRAMATICAIS SOBRE PONTUAÇÃO E …

 

01. Adjunto adverbial deslocado, quando não oracional, a vírgula é optativa.

a) O planejamento para execução de auditorias operacionais, normalmente começa com a identificação de um fato a ser descoberto. * Ou se retira a vírgula ou escreve entre vírgula o termo grifado.

b) Esse fato, em geral, é uma condição observada por auditores, em casos em que parece possível reduzir os custos ou melhorar os resultados de programas. * Caso você queira, também podemos retirar as duas vírgulas que estão virgulando o adjunto adverbial.

02. Adjunto adverbial deslocado, quando oracional, a vírgula é obrigatória.

a) Para diminuir a sonegação fiscal, o governo concede anistia a quem apresentar a retificação de sua declaração de renda.

03. Adjunto adverbial oracional, quando não deslocado, a vírgula é optativa.

a) O governo concede anistia a quem apresentar a retificação de sua declaração de renda para diminuir a sonegação fiscal

04. Não use vírgula, quando diretamente ligados, entre sujeito e verbo, verbo e seu complemento verbal, entre os complementos verbais direto e indireto, entre o complemento nominal e seu termo regente. Todavia, use vírgula para justapor termos sintáticos iguais, para demarcar vocativo e aposto e nas orações subordinadas adjetivas explicativas ( as que apresentam pronome relativo ). Neste último caso, é bom lembrar que as restritivas podem ser explicativas, mas as explicativas não podem ser restritivas, pois não se restringem valores absolutos. Assim sendo, não se retira a pontuação das explicativas.

a) Sobre a sociedade, acima das classes, o aparelhamento político – uma camada social, comunitária embora nem sempre articulada – impera, rege e governa, em nome próprio, num círculo impermeável de comando. Esta camada, que não representa a nação, quando forçada pela lei do tempo, renova-se e substitui velhos por moços, inaptos por aptos, num processo que cunha e nobilita os recém-vindos, imprimindo-lhes os seus valores.

Os termos negritados são orações subordinadas adjetivas.

O termo grifado é o aposto. Demarcado por travessões.

O termo em itálico é a oração subordinada adverbial deslocada.

b) Infelizmente, a inobservância das regras de segurança e higiene do trabalho, que buscam garantir, aos empregados um ambiente saudável e equilibrado, tem posicionado o Brasil no cenário internacional como um dos países de maior ocorrência de acidentes de trabalho, com resultados catastróficos: mortes, mutilações, perdas de sentido de toda ordem e outros. * Errou em ter usado vírgula entre o verbo e seu complemento indireto.

01.Use acento grave apenas em objeto indireto, complemento nominal e adjunto adverbial constituídos por palavras femininas e definidas. Quando masculinas, desde que precedidas do pronome demonstrativo AQUELE.

02. CUIDADO: Não use acento grave quando o “a” estiver no singular e o termo seguinte estiver no plural; não use entre palavras repetidas; não use antes dos pronomes relativos “quem” e “cuja”; não use antes de pronomes indefinidos; não use antes de palavras masculinas, exceto quando uma palavra feminina estiver implícita; não use diante de verbo; não empregue antes de sujeito e objeto direto; não utilize nem antes nem após a palavra “TODA”; não utilize antes de pronomes de tratamento, exceto Senhora, Senhorita, Dona e Madame.

03. SÃO CASOS FACULTATIVOS: a) antes de pronomes possessivos femininos/singular. Porém, se o pronome possessivo não estiver seguido de substantivo, o acento grave é obrigatório. b) após a palavra “ATÉ”

e c) antes de nome de mulher, quando não conhecida publicamente.

a) Em “Atualmente, das 1.080 ocorrências diárias, quinze resultam em morte, cifra superior à verificada no trânsito.”, não se pode dispensar, mantendo-se a correção gramatical, o acento grave que ocorre.

Resposta: certo

b) Ao falarmos em inspeção pericial, para fins de perícia da Justiça do Trabalho, é necessário que se faça, primeiramente, uma rápida recapitulação do histórico da legislação no que tange à doenças ocupacionais. * Não use o acento grav. Trata-se apenas do uso da preposição. Com a ausência do artigo, as doenças ocupacionais não estão definidas. Para que haja o acento grave, teríamos: “… no que tange às doenças ocupacionais.”

c) Em “…Estão à margem de benefícios sociais garantidos pelos direitos de cidadania, entre os quais vale citar o acesso à aposentadoria, ao seguro desemprego e às indenizações reparadoras pela despedida sem justa causa”, as expressões “à aposentadoria, ao seguro desemprego e às indenizações poderiam ser substituídas por “a aposentadoria, a seguro desemprego e a indenizações”e o texto continuaria correto.

Resposta: c

01. Use “o/a/os/as” para representar o objeto direto ( vi-os / amo-a )

02. Use “lhe/lhes” para representar o objeto indireto. ( Obedeço-lhes )

03. “lhe/lhes” também exerce a função de adjunto adnominal e “o/a/os/as” também exerce a função de predicativo ou sujeito acusativo. ( Sou gerente, e ele também o é. / Deixei-o sair cedo / Amo-lhe os gestos calmos e prudentes )

04. Em verbos terminados em “r/s/z”, para o uso dos pronome oblíquo “o” e suas variantes, retira-se a terminação verbal e, por fim, hifeniza-se o verbo ao pronome oblíquo. ( Dá-lo-ei ao diretor / Fi-lo padre / Qui-lo aqui )

05. A próclise ocorre naturalmente quando não houver termo atrativo, desde que não inicie oração ou, obrigatoriamente, se houver termo atrativo. Apenas o uso do verbo no infinitivo pode ignorar o termo atrativo.

06. São termos atrativos: advérbio, palavras negativas, conjunção subordinada, pronomes relativos, pronomes indefinidos, pronomes interrogativos, pronomes demonstrativos, a palavra “ambos”, frases optativas, frases exclamativas, verbo no gerúndio precedido da preposição “em”.

07. Os pronomes relativos são conectivos usados para substituir termos antes empregados. O pronome relativo “quem” substitui apenas “pessoa”, os pronomes “que” e “qual” substituem “pessoa” ou “coisa” , o pronome relativo “onde” indica lugar e o pronome relativo “cuja” expressa posse, restrição ou serve como complemento nominal. Este último pronome não admite o emprego de artigo após seu uso, sua concordância nominal é com o substantivo que é empregado em seguida ao seu uso e, por fim, devemos nos preocupar em observar se devemos usar ou não usar preposição antes do pronome relativo “cujo” ( basta observar a regência da oração subordinada adjetiva ).

08. Os pronomes oblíquos ME/TE/SE/NOS/VOS podem ser objeto direto e objeto indireto. A regência verbal que o diga. ( Obedeço-te / Vi-te / Avisei-te o fato / Avisei-te do fato )

09. “O” pode ser pronome oblíquo, desde que esteja antes do pronome relativo “que”. Neste caso, o pronome demonstrativo “o” poderá ser substituído por “aquele” ou “aquilo” e o pronome demonstrativo “a” pode ser substituído por “aquela”. ( Vendi o que me pediram / Ela foi a que menosreclamou / O que se vê é um poço sem fim, o mal em estado puro. )

10. V.T.D. + SE ou V.T.D.I + SE = Temos partícula apassivadora. Portanto, haverá sujeito. Assim sendo, observe se o verbo está concordando com o sujeito. Por outro lado, V.T.I + SE, V.I + SE ou V. de Lig. + SE = O pronome ‘se” é índice de indeterminação do sujeito. Sendo índice de indetermina do sujeito, o verbo só pode ser empregado na 3a pessoa do singular.

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